Quando o Projeto Apoema - Educação Ambiental é notícia na Internet e em outros veículos (algumas reportagens e entrevistas):
Confira entrevista (julho/2008) sobre o Projeto Apoema para a Revista Sustentabilidade:
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Notícias 17/6/2008 Site disponibiliza anais do I Encontro de EA |
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A Associação Projeto
Apoema disponibilizou em sua página eletrônica os Anais do I Encontro
Metropolitano de Educação Ambiental Martim-pescador. Quem navegar no
endereço http://www.apoema.com.br/encontromp.htm, encontrará o resumo
das palestras, das mesas redondas e dos pôsteres apresentações, além
de vídeos para serem utilizados em ações de educação ambiental e a
programação com os nomes dos convidados. |
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Link da matéria: http://www.martimpescador.org.br
Educação
ambiental: uma escolha de vida
07/05/2008 - 09h59min
São Leopoldo - Quem
trabalha com Educação Ambiental com certeza já leu e, até mesmo, tem como
"cartilha" as obras do sergipano Genebaldo Freire Dias. Mestre e
doutor em Ecologia pela Universidade de Brasília (UnB), Genebaldo se divide
entre os bancos acadêmicos, a coordenação do Projeto de Educação Ambiental
da Universidade Católica de Brasília e as consultorias ambientais para a
iniciativa privada. Entre os livros publicados estão Ecopercepção - um
resumo didático dos desafios socioambientais e Pegada Ecológica e
Sustentabilidade Humana.
Mesmo com toda a agitação do dia-a-dia, o professor encontrou uma brecha em
sua agenda lotada para ceder uma entrevista (que pode ser conferida logo abaixo)
à Assessoria de Imprensa do Instituto Martim Pescador. No dia 27 de maio, às
9h, ele fará a palestra de abertura do I Encontro Metropolitano de Educação
Ambiental, que será realizado na Antiga Sede da Unisinos.
O evento é uma promoção do Instituto Martim Pescador, Projeto Apoema,
Unisinos, Corsan e Semae. A atividade tem como apoiadores Central de
Transportes, Rede Sul Brasileira de Educação Ambiental (Reasul), Consórcio Público
de Saneamento da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos (Pró-Sinos), Comitesinos,
Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul, Comitê Lago Guaíba,
Conselho Regional de Biologia da 3ª Região (CRBio 3), Grupo Sinos, Olam Ciência
& Tecnologia, Karmel - Centro de Estudos Integrados, Broplast, Governo do
Estado do Rio Grande do Sul e HyperQZ Mídias. Entrevista na íntegra pode ser
conferida em: http://www.vivasaoleopoldo.com.br/noticias/visualizar.asp?Cod=17227

Jornal NH - Novembro 2007
Jornal NH - Lançamento do livro "Aquecimento Global o que é isto, afinal?"
05 de Junho 2007
Eles
protegem a terra
Guilherme Carvalho
Projeto conscientiza crianças sobre a importância de preservar o meio
ambiente
Em 1992, representantes de vários países se reuniram no Rio de Janeiro
para debater uma série de medidas que ajudassem a diminuir a degradação
ambiental e preservassem o meio ambiente para as próximas gerações.
Desse encontro, denominado ECO 92, nasceu a “Agenda 21”, um documento
base para que cada país elaborasse seu plano de preservação do meio ambiente.
E nasceu também nos pensamentos da professora Berenice Adams, a idéia de um
projeto de educação ambiental.
Durante 11 anos, Berenice decidiu parar de lecionar em virtude do
nascimento do terceiro filho, mas sentia falta de contribuir para a educação
de alguma maneira. “Acompanhei a Eco 92 através da mídia e percebi que eu
poderia contribuir para minimizar os problemas ambientais através da educação
ambiental.”
Como na época encontrava-se pouco material referente para o assunto, a
educadora iniciou a elaboração de uma proposta metodológica de alfabetização
ambiental que se transformou em um livro ("Planejamento Ambiental para
Professores da Pré-escola à Terceira Série do Primeiro Grau"), publicado
em 1997. O livro deu origem ao Projeto Apoema, antigamente chamado de Projeto
Vida. A idealizadora começou a participar de eventos educacionais para divulgar
a proposta e, com a ajuda do marido Pedro Adams, passou a utilizar a internet
para ampliar os horizontes do trabalho, com a publicação materiais didáticos
como textos, artigos e links.
O projeto visa a inserção da educação ambiental à rotina escolar nas
séries iniciais da educação básica. A idéia é instruir ao máximo os
docentes, intermediários entre o projeto e as crianças.
“Por ter percebido uma lacuna no que se refere a material didático-pedagógico
de educação ambiental, disponibilizo para docentes diferentes materiais para
serem utilizados com seus
O projeto tem superado as expectativas graças às inúmeras
possibilidades que a internet proporciona. Em 2000, Berenice criou o Grupo de
Educação Ambiental da Internet, o GEAI, que hoje conta com mais de 600
participantes. Em 2002 alguns integrantes do grupo propuseram e conseguiram
elaborar uma revista de educação ambiental que é publicada trimestralmente.
Ambas as experiências foram apresentadas em palestra no “V Fórum Nacional de
Educação Ambiental” em Goiânia, no ano de 2004.
Em 2006, Berenice iniciou uma ação local em Novo Hamburgo/RS: o
Programa Experimental de Capacitação Apoema (PECA) para professores das séries
iniciais da educação básica. Trata-se de um programa gratuito para o qual
foram selecionadas oito professoras das três redes de ensino (municipal,
estadual e particular), sendo realizados encontros presenciais, estudo a distância
e práticas de ensino (estágio).
Reportagem
da "Semana Estado de Jornalismo" selecionada para ser publicada
no jornal da Universidade São Judas Tadeu/SP.
Guilherme
Carvalho (estudante do 4º ano de Jornalismo da USJT)
Março/2007
Matéria sobre o Programa Experimental APOEMA - Educação Ambiental para capacitação de professores das séries iniciais da educação básica. Confira:
Projeto capacita professores em educação ambiental em busca do desenvolvimento local - Jornalista Daniele Próspero - 31/01/2006
Publicada no site: www.setor3.com.br
"A Educação Ambiental (EA) tem papel crucial para o desenvolvimento de uma sociedade sustentável, assim como é crucial o papel da educação para o desenvolvimento de um povo que valoriza sua diversidade cultural, exerce sua cidadania e tem seus direitos garantidos, principalmente o de viver em um ambiente sadio. Mas, para que ela possa exercer este papel, há um longo caminho a ser percorrido com o engajamento da sociedade como um todo".
É com essa visão e o desejo de promover esse maior envolvimento da sociedade com a Educação Ambiental, que a pedagoga Berenice Gehlen Adams, presidente da Apoema - Educação Ambiental, acaba de lançar um programa experimental que irá levar o tema com mais força para os bancos escolares da cidade de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul.
A idéia é sair do espaço virtual, onde a Apoema tem uma forte atuação desde 1999, e promover ações locais. O programa consiste na capacitação em EA de professores das séries iniciais da Educação Básica, principalmente da rede de ensino municipal, utilizando a proposta metodológica de alfabetização ambiental que abrange desde a etapa final da Educação Infantil (pré-escola) até a 3ª série do Ensino Fundamental, de forma gratuita.
Serão selecionados oito docentes, sendo dois professores por série. A inscrição para os interessados em se engajar no programa já teve início (veja detalhes ao final). Segundo Berenice, a proposta de trabalhar com os professores dessas séries surgiu a partir da constatação da carência de ações de EA voltadas para esta faixa etária, o que se torna importante na formação das crianças como cidadãos.
"Acredito que difundindo a EA daremos um grande salto na qualidade da educação como um todo, pois é visível o envolvimento das crianças pelas questões ambientais, que conseqüentemente, gera uma aprendizagem mais significativa. A EA não leva somente o meio ambiente em conta, como alguns erroneamente interpretam, mas também a questão da inclusão, de gênero, da saúde, da cidadania e tantas outras", comenta a educadora.
De acordo com a presidente da Apoema, há hoje um crescente interesse pelo tema, tendo em vista, por exemplo, a presença de 3,2 mil pessoas durante o V Fórum Brasileiro de Educação Ambiental, realizado em novembro de 2005 em Goiânia, a fim de discutir soluções para a implantação da EA nos currículos escolares e na educação não formal. Há ainda outras ações, como a fundação em 2000 do Grupo de Educação Ambiental da Internet (GEAI), que conta com aproximadamente 500 participantes de todo o Brasil, ou a criação da revista eletrônica Educação Ambiental em Ação, em 2003, que já está na sua 15ª edição.
No entanto, apesar destes esforços, a pedagoga lembra que a Educação Ambiental ainda é deixada para segundo plano diante dos vários problemas enfrentados pela educação brasileira como um todo. "A desconexão entre as disciplinas também é um desafio a ser enfrentado pela implantação da EA, pois ela deve ser trabalhada de forma interdisciplinar, ou seja, um assunto é visto por todas as disciplinas em que seja possível inseri-lo. Há, portanto, uma urgente necessidade de transformação do ambiente escolar para que a Educação Ambiental possa acontecer", destaca Berenice.
São, portanto, os próprios professores que têm estado mais atentos à importância da EA e têm buscado formas de se trabalhar melhor o assunto junto aos alunos. "Com raras exceções, há muito interesse por parte dos educadores, porém, há falta de informação, dificuldades de acesso a cursos de formação continuada e de utilização de recursos de informática. Por isso, é preciso ter uma fundamentação teórica muito bem embasada para evitar equívocos", acredita a educadora.
Diante desse cenário, no programa experimental da Apoema os professores participarão de encontros a serem realizados a partir do mês de março, em que serão apresentados referenciais teórico-práticos de EA, documentos referência, como a Lei 9795 - sancionada em abril de 1999 pelo então presidente da república Fernando Henrique Cardoso -, a Carta da Terra, além de uma ampla bibliografia que ficará à disposição dos professores. Após a capacitação, o programa prestará assessoria aos professores e fará o acompanhamento das atividades realizadas por meio de encontros pré-determinados na sede da Apoema.
A aplicação e acompanhamento do programa experimental ocorrerão de abril a junho de 2006, com uma visita por mês às turmas que estão participando do projeto, além de atendimento via internet. No final do programa, será feita uma avaliação e, a partir dos resultados obtidos, as ações terão continuidade. A idéia é ainda realizar o programa também à distancia, a fim de que professores de outros locais do país possam participar. O curso será elaborado num espaço virtual específico, no formato de grupo de discussão, mas ainda não há previsão de início.
Serviço
Os professores interessados em participar do programa devem enviar mensagem para o e-mail: bere@apoema.com.br, solicitando a ficha de inscrição. Informações pelo telefone (51) 3594-9094 ou na sede (rua São Luiz Gonzaga, nº 1152, Guarani, Novo Hamburgo/RS).
Fonte: : www.setor3.com.br
Março de 2006
Educadores avaliam Tratado de EA
O Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, criado durante a ECO 92, é referência para educadores ambientais do mundo. Moema Viezzer, atualmente consultora de EA da Itaipu Binacional, coordenou o processo de produção coletiva internacional do documento e o GT, sobre o tema, no V Fórum Brasileiro de Educação Ambiental, ocorrido em Goiânia/GO, em 2004.
Após 14 anos, o Tratado de EA vem sendo discutido por diversos educadores, pesquisadores e coletividade em geral de forma a se tornar mais claro no que tange ao conteúdo. Para tanto, especialistas contam com a participação de educadores ambientais e suas redes nesse processo.
A REBEA entrevistou alguns educadores para saber tanto sobre o documento quanto como estão sendo, na prática, as aplicações do conteúdo do Tratado. A grande maioria respondeu ser o documento importante na orientação das discussões visto abrir espaço para novos programas educacionais, entretanto, este precisa e deve ser reavaliado pela sociedade.
O Tratado é importante, disseram alguns dos entrevistados, por explicitar o compromisso da sociedade civil na construção de um modelo mais humano e harmônico de desenvolvimento, com o reconhecimento dos direitos humanos das futuras gerações, bem como os aspectos de gênero, o direito e a importância das diferenças e o direito à vida, fundamentados em uma ética biocêntrica e do amor.
Senac/SP
Para Monica Simons, bióloga e especialista em educação ambiental, o documento é muito importante visto ter participado da equipe que organizou e gerenciou os trabalhos durante a I Jornada Internacional de Educação Ambiental, na tenda nº 6, durante a ECO 92.
A educadora disse utilizar o Tratado de diversas maneiras, tais como leitura e análise crítica do documento na íntegra, contextualizando-o, hoje, perante a situação socioambiental planetária; e leitura e análise crítica do conteúdo, focando somente os princípios quanto ao sentido e vigência dos mesmos. Também, análise comparativa da sua articulação com outros documentos como alguns artigos da Constituição Federal de 1988 - CF/88 ou da lei de EA (Lei 9795/99) e análise comparativa com a Carta da Transdisciplinaridade, bem como seus pilares e princípios.
No que tange aos recursos didáticos pedagógicos, Monica Simons diz aproveitar da reprodução total ou parcial dos documentos para leitura e análise. "Também utilizo como projeção dialogada do vídeo 'Somos todos aprendizes' e sua relação com o Tratado".
"Também, utilizo fotografias com diversos temas de modo a estimular os alunos a fazer relações simbólicas que os ajudem a ampliar a compreensão dos princípios do Tratado; e em discussões dialogadas para encontrar relações entre seus princípios e outras instâncias de políticas públicas como, por exemplo, o Sistema Único de Saúde - SUS e sua intersetorialidade, ou com relação ao Projeto Escolas Promotoras de Saúde", relatou a educadora.
"Desde que o Tratado surgiu tenho trabalhado com diversas faixas etárias. Neste momento há uma preponderância para graduação e pós-graduação, além de alguns cursos livres em Educação Ambiental", conclui Monica Simons.
Apoema
Berenice Adams, da Apoema, aplicará o conteúdo do Tratado no Programa Experimental de Capacitação em Educação Ambiental para professores das séries iniciais da educação básica, que será desenvolvido a partir de março deste ano pela Apoema Cultura Ambiental, com oito professores da rede municipal de ensino de Novo Hamburgo/RS.
Segundo a educadora, o Tratado será trabalhado, na parte teórica, como um dos mais importantes documentos de referência da EA, além da Carta da Terra e da Lei 9795. "Estes documentos serão apresentados em atividades que promovam vivências e trocas de experiências a fim de que este se torne, para os educadores envolvidos no programa, mais do que um simples documento".
"Acredito que somente vivenciando, discutindo, trocando idéias, fazendo associações entre um documento e outro, debatendo os principais aspectos apontados, é que poderá haver uma maior compreensão da real dimensão do papel da EA como um todo, dentro do sistema educacional. Será possível ultrapassar a compreensão genérica de uma grande parte dos educadores, que EA é natureza, reciclagem, lixo, meio ambiente, despertando uma compreensão mais ampla de que a EA é um compromisso com a vida em sua totalidade, em sua plenitude, incluindo questões da diversidade cultural, de gênero, de etnia, de inclusão e, principalmente, de cidadania planetária", concluiu Berenice Adams.
Instituto Serrano Neves
Serrano Neves, do Instituto Serrano Neves, diz não considerar o documento nas
atividades da instituição. "...e não é porque seu conteúdo deixe
alguma coisa a desejar. ...O Tratado é bom enquanto protocolo de intenções,
mas, no geral, peca pela institucionalização da educação ambiental como um
sucedâneo da educação. No grosso, revela que a escola e outros instrumentos
de formação que não conseguiram produzir as transformações sociais necessárias
para a sustentabilidade sócio-ambiental querem ser agentes específicos do que
não conseguiram fazer no genérico mais amplo, continente do que poderia ter
sido ministrado no espaço da afinidade, conexão, transversalidade,
multisciplinariedade etc", explica Serrano Neves.
Para o educador, nada no Tratado é estranho aos escritos da Constituição, mas o texto causa a impressão de que "está suprindo alguma deficiência macro-política, e isto não é bom para a formação da cidadania, uma vez que se apresenta como um projeto de construção onde já existe um projeto de construção em nível mais elevado e mais geral. Como disciplina, a educação ambiental se aproxima da extinta educação moral (valores) e cívica (conhecimento para a convivência social) como uma tentativa de preencher a lacuna histórica na formação das gerações, preenchimento que a meu ver deveria ser feito a partir da Constituição como fonte de princípios", lembrou o educador.
Serrano Neves concluiu a entrevista admitindo que sua opinião destoa do ímpeto do atual momento da EA. "Não creio que a educação ambiental possa ser eficaz sem a construção de uma cidadania sólida como motor de ações socioambientais positivas em todos os segmentos da sociedade. Só a cidadania formará a egrégora que presidirá as transformações desejadas".
Alguns dos entrevistados lembraram a importância da promoção, da capacitação e do apoio de recursos humanos para preservar, conservar e gerenciar o ambiente, como parte do exercício da cidadania local e planetária.
Se você já utilizou o Tratado de Educação Ambiental em alguma atividade ou contexto educativo e quiser relatar sua experiência envie uma mensagem com seus dados e o relato em um texto de uma lauda no máximo, que estaremos publicando no site da Rebea. Endereço para remessa: bioconex@gmail.com.
Tratado
O Tratado de Educação Ambiental foi discutido virtualmente, em 10/2, via Ambiente de Debate Interativo - ADI. O debate virtual foi organizado pelo Programa Juventude e Meio Ambiente, do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental, composto pelos Ministérios da Educação e do Meio Ambiente. O resultado do processo de consulta on-line será apresentado no V Congresso Ibero-Americano de Educação Ambiental que ocorre de 5 a 8 de abril, no Rio de Janeiro.
Saiba mais:
Monica Simons - Senac/SP
ceag@terra.com.br
mônica.osimons@sp.senac.br
(11) 6461 1383
(11) 5017 0697 ramal 161
Berenice Adams - Apoema
bere@apoema.com.br
www.apoema.com.br
Serrano Neves - Instituto Serrano Neves
serrano@serrano.neves.nom.br
www.serrano.neves.nom.br
Ambiente de Debate Interativo - ADI
http://adi.proinfo.mec.gov.br
V Ibero
www.5iberoea.org.br
Documento marco da EA para sociedades sustentáveis é avaliado após 12 anos
Lei 9795/99 - Educação Ambiental
Fonte: REBEA - Rede Brasileira de Educação Ambiental
http://www.rebea.org.br/vnoticias.php?cod=1100
Fevereiro/2006
Apoema lança ambiente virtual infantil
O Projeto Apoema de Educação Ambiental lançou, recentemente, ambiente virtual para crianças de 6 a 12 anos. O portal está dividido em níveis e apresenta a “Coleção Virtual Crescendo e Aprendendo a Preservar”. Cada nível possui características diferentes e estão relacionados por idades. Servir de instrumento para o desenvolvimento e a aplicação da Educação Ambiental Infantil é uma das finalidades do site.
“Cada nível é dividido em quatro etapas conforme a proposta metodológica do livro ‘Planejamento Ambiental - Ambiente, Ecologia, Preservação e Reciclagem’”, comenta Berenice Gehlen Adams, educadora e coordenadora do projeto.
O Nível Básico apresenta histórias poéticas e é indicado para a Educação Infantil (pré-escola com acompanhamento de um adulto), bem como para estudantes da 1a e 2a séries do Ensino Fundamental. “Somente as histórias do Nível Básico fazem parte do livro Planejamento Ambiental, do Projeto Apoema - Educação Ambiental. Os textos dos outros níveis fazem parte do CD-ROM ‘Um Presente para o Futuro’”, lembra Berenice Adams.
O Nível 1 apresenta pequenos textos relacionados ao ambiente de modo geral. É indicado para crianças que já estão cursando a 1a série do Ensino Fundamental. O Nível 2, indicado para as da 2a série, apresenta textos relacionados a temática ambiental (fauna, flora, etc), porém, com conteúdo mais abrangente e reflexivo. O Nível 3 é indicado para aquelas que estão na 3a série em diante. Neste nível o vocabulário é mais específico e os textos também são relacionados às questões ambientais de modo geral.
Projeto Apoema
O Projeto Apoema – Educação Ambiental, criado em 1993, é uma produção independente desenvolvida de forma voluntária. O programa teve início a partir da apresentação de uma nova proposta metodológica para a inserção da EA à rotina escolar, via publicação do livro "Planejamento Ambiental para Professores da Pré-escola à Terceira Série do Primeiro Grau". Hoje, o projeto dedica-se à elaboração de CD – Rom e apostilas.
Saiba mais:
Coleção Virtual Crescendo e
Aprendendo a Preservar
Projeto Apoema - Educação Ambiental
www.apoema.com.br
Rua São Luiz Gonzaga, 1152 CEP: 93520460 - Novo
Hamburgo/RS
Fone: (51) 3035 3797
Berenice Adams - bere@apoema.com.br
Lista do Grupo de Educação
Ambiental na Internet - GEAI
Assinar: geai2002-subscribe@yahoogrupos.com.br
Revista Educação Ambiental em Ação
Dinâmicas
e Atividades para Educação Ambiental
Grupo de EA da Internet completa 5 anos
Fonte: REBEA: http://www.rebea.org.br/vnoticias.php?cod=986
Setembro 2005
25 de Agosto de 2003. Publicado por Equipe EcoViagem
O I Encontro sobre Percepção e Conservação Ambiental: a Interdisciplinaridade no Estudoda Paisagem acontecerá em 28, 29 e 30 de abril de 2004, no Central Park Apart Hotel em Rio Claro, estado de São Paulo, com o objetivo de reunir pesquisadores, professores e outros profissionais que desenvolvem seus trabalhos sobre o tema, de forma a propiciar o intercâmbio e difusão dos diferentes estudos e abordagens interdisciplinares.
A realização visa propiciar a formação de redes de contatos entre pesquisadores com diferentes formações que exploram temáticas relacionadas.
Conta com o apoio da Revista OLAM - Ciência & Tecnologia e de outras redes de apoio virtual como Confraria Coruja da Figueira , GEAI - Grupo de Educação Ambiental da Internet/vinculado ao Projeto Apoema - Educação Ambiental, Fonte D` Água e ABINEE/São Paulo. O prazo de inscrição e envio de resumos para publicação nos anais do encontro é até 30 de outubro de 2003.
A inscrição do encontro será realizada via correios, sendo 170 vagas. Mais informações: Telefax: (19 )3524 7156 ou por email.
Fonte: Estação Vida
Quando o Projeto Apoema ainda chamava-se Projeto Vida:
2002 - Entrevista para o portal Amigos da Natureza
O
Portal Amigos da Natureza
entrevistou a educadora Berenice Admas, veja sua opinião sobre a EA no país.
-Segundo você, o interesse sobre EA no Brasil aumentou ?
Sim, e muito. O que tenho observado é que tem aumentado significativamente o número
de visitantes ao site do Projeto Vida - Educação Ambiental (EA) bem como o
Grupo virtual de EA (que é um grupo de pessoas que utilizam um endereço eletrônico
comum para tratarem da EA). Em relação ao site, no ano passado a média diária
de visitantes era de 50 pessoas por dia. Este ano passou para uma média diária
de 100 visitantes. Isto demonstra que o interesse tem aumentado, sim, pelo menos
via internet que é o meio onde atuo. Para um site estritamente educacional, não
comercial, este número é bem significativo.
-Qual seria o motivo desse forte interesse ?
Com certeza muitas sementes plantadas começam a germinar. A cada dia mais e
mais pessoas despertam para a necessidade de uma mudança de atitudes, hábitos.
Com os últimos acidentes ambientais como derramamentos de óleo, queimadas
descontroladas, crise energética e a pressão que a população sofreu e vem
sofrendo com todos estes problemas que acarretam danos irreversíveis, creio que
muitas pessoas estão abrindo seus olhos e suas consciências para os problemas
ambientais.
-O que você acha do interesse da mídia sobre ecologia
na TV esta ajudando ?
Sempre que for falado na TV sobre meio ambiente, ecologia,
preservação, todos ganhamos com isto, pois sabemos que a televisão é um
instrumento de grande influência na vida das pessoas. Apesar das abordagens de
alguns programas serem questionadas pelas suas tendências, creio que tudo o que
vier, através deste veículo, será um ganho para o meio ambiente. Porém,
ainda é pequeno, para não dizer minúsculo, o interesse da mídia televisiva
para a questão ambiental.
-E o governo, esta fazendo sua parte ?
Penso que sim, mas não na proporção necessária. O governo tem
responsabilidades com grandes e poluidoras empresas devido a alta arrecadação
de impostos, como é o caso da indústria tabagista, automobilística, papel
entre outras. Por outro lado, o MMA tem apresentado propostas muito
interessantes através do Programa Nacional de Educação Ambiental (PRONEA),
como por exemplo a oferta do Curso de Educação Ambiental a Distância.
-A cada dia são criados novos sites sobre o assunto, o que é muito bom, mas
na era da informática, você acredita que o computador pode converter pessoas a
amantes da natureza
?
Penso que é mais um instrumento que está a disposição da população. Através
do site tenho ajudado pessoas do Brasil inteiro tirando suas dúvidas e são inúmeros
os depoimentos de que ficaram extremamente felizes por terem encontrado as
informações que procuravam. A EA envolve muita pesquisa e interatividade, então,
neste ponto, a Internet está sendo um excelente instrumento.
-Os projetos de EA no Brasil, são geralmente não governamentais, isso
demonstra o desinteresse do governo nesta área ?
Penso que nossos governantes, infelizmente, ainda não se conscientizaram da
real necessidade de apoiar e incentivar iniciativas desta área. Na verdade a EA
nasceu num momento de crise educacional no país. Antes de fortalecer as bases
que sustentam o sistema
educacional brasileiro, a EA será assunto "para depois".
-Você pode-nos indicar algum projeto sobre EA ?
Desenvolvo o Projeto Vida - Educação Ambiental, como havia citado no início
da entrevista. Na página principal do site apresento links de trabalhos
importantíssimos relacionados a EA e seriam os indicados por mim. O endereço
do site é: http://sites.uol.com.br/projetovida Aproveito para parabenizá-lo
pela iniciativa e pelo seu precioso trabalho que muito tem semeado.
Berenice Gehlen Adams / Projeto Vida - Educação Ambiental, NH/RS
Fonte: Portal Amigos da Natureza
www.apoema.com.br